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domingo, 25 de setembro de 2011

ENADE

ATENÇÃO!

GRADUANDOS DOS CURSOS de

Biologia Marinha, Ciências Biológicas, Educação Física (Licenciatura) e Pedagogia, o Ministério da Educação MEC divulgou a lista dos alunos selecionados para fazer a prova do ENADE em 06 de novembro 2011. Procure a coordenação do seu curso para verificar sua participação.

Observe a agenda a seguir:

Datas
Ações
Responsáveis
20/09/2011

Divulgação eletrônica da lista dos estudantes inscritos e obrigados a participação no Enade 2011

INEP

07/10/2011

Início  do período para resposta eletrônica ao
Questionário do Estudante e consulta ao local de prova
Nota: o local da prova será anunciado após a conclusão das respostas a este questionário.
Estudante

06/11/2011
Aplicação das provas do Enade 2011

INEP

07/11/2011


Início do período para resposta eletrônica  ao
questionário do Coordenador do Curso

IES

21/11/2011
Término do período para resposta eletrônica  ao
questionário do Coordenador do Curso

IES

06/12/2011

Previsão de  divulgação da Relação de Estudantes em
Situação Regular junto ao Enade 2011

INEP


O QUE É ENADE?


O Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) é um dos procedimentos de avaliação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). O Enade é realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia vinculada ao Ministério da Educação, segundo diretrizes estabelecidas pela Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (Conaes), órgão colegiado de coordenação e supervisão do Sinaes.



OBJETIVO DO ENADE


É objetivo do Enade é acompanhar o processo de aprendizagem e o desempenho acadêmico dos estudantes em relação aos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares do respectivo curso de graduação, suas habilidades para ajustamento às exigências decorrentes da evolução do conhecimento e suas competências para compreender temas exteriores ao âmbito específico de sua profissão, ligados à realidade brasileira e mundial e a outras áreas do conhecimento.


SAIBA MAIS

Os coordenadores inscreveram os graduandos ingressantes (estudantes que iniciaram a graduação no ano de 2011) e concluintes (estudantes que até 1/8/2011 tenham cumprido no mínimo 80% da grade curricular mínima do curso). O INEP, selecionou aqueles que  farão a prova do Enade.



Os concluintes responderão o questionário eletrônico e farão a prova.


ATENÇÃO!

O graduando que não cumprir essas exigências, do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), não receberá o diploma por determinação do MEC.


Estudantes concluintes, dos Cursos de Biologia Marinha, Ciências Biológicas, Educação Física (Licenciatura) e Pedagogia procurem a coordenação do seu curso para saber se o seu nome consta na lista dos selecionados.


Profª Anésia Maria Costa Gilio

CPA/PI FAMATH

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Moções de Aplausos

É com muita honra que convido para a solenidade de entrega de Moções de Aplausos, Louvor e Congratulações, comemorando o Dia do Biólogo,   Stevens KastrupRehen(Pesquisador UFRJ), Anderson Mendes Augusto - ( Rio Zôo), Julio Vianna Barbosa (Pesquisador Fiocruz e Coordenador do Curso de Ciências Biológicas da FAMATH), Roberto Eduardo Albino Brandão (Professor), Maria Antonia Munoz de Malajovich (Coordenadora de Biotecnologia do Instituto de Tecnologia ORT), em reconhecimento a sua dedicação em defesa da Biodiversidade e do Meio Ambiente , a realizar-se no dia 19  de setembro, segunda-feira,  às 10 e 30 horas.
Local :Auditorio Nelson Carneiro da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro. Anexo
Rua Primeiro de Março s/n.
Conto com sua presença para prestigiarmos juntos esses amigos biólogos, e seus muitos colaboradores.

Aspásia Camargo

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

A CPA FAMATH, em uma ação de Responsabilidade Social,  divulga  uma solicitação do grupo INCAvoluntário
FANTASIAS INFANTIS!!!
As doações devem ser entregues até o dia 22/09/11.
A festa será no dia 5 de outubro. 

"É preciso acreditar que um dia é sempre melhor do que o outro."

Pacientes infantis terão festa com o tema Princesas e Heróis. O  INCAvoluntário pede doação de fantasias para todas as idades. Este ano, a festa do Dia das Crianças, para os pacientes infantis, terá como tema “Princesas e Heróis”. A ideia é vestir a caráter todas as crianças que participarão do evento, sendo as meninas de princesas e os meninos, de heróis. Ao todo são 250 crianças.
Por isso, o INCAvoluntário pede que as pessoas doem fantasias infantis, de todos os tamanhos, pois a festa é para crianças desde recém-nascidas até 18 anos incompletos.
As crianças estão doentes, por isso, as fantasias precisam estar limpas.
As doações devem ser entregues na Coordenação da CPA/Pedagogia
Sala em frente à secretaria geral FAMATH
CPA FAMATH
Profª Anésia Maria Costa Gilio
Coordenação CPA FAMATH

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Globalização da ciência brasileira

A revista PIB – Presença Internacional do Brasil destaca em sua reportagem de capa que, da mesma forma que as empresas, a ciência brasileira também se torna cada vez mais global.
Em reportagem de 12 páginas, a publicação bimestral da Totum Excelência Editorial, com edições em português e inglês, apresenta exemplos do crescimento da ciência, tecnologia e inovação (CT&I) no país e como esse cenário positivo tem ampliado a internacionalização do país nesse setor.
“Entre 1997 e 2007, o número de artigos brasileiros em publicações científicas internacionais mais que dobrou, chegando a 19 mil por ano − mais que Holanda e Suíça. A participação brasileira nas publicações científicas internacionais subiu de 1,7%, em 2002, para 2,7%, em 2008.” Esses são alguns dos indicadores apresentados pela reportagem a partir de dados do Relatório Unesco sobre Ciência 2010.
Outro indicador importante é o aumento na quantidade de pesquisadores no Brasil por milhão de habitantes, que subiu de 401, em 2000, para 657, em 2007.
A reportagem também aponta a ampliação de acordos de cooperação em CT&I firmados por instituições do Brasil e do exterior. Entre os destaques são citados acordos assinados pela FAPSP com agências de fomento e instituições de ensino superior e de pesquisa na França, no Reino Unido e em diversos outros países.
“Essa parceria tem gerado intenso tráfego de pesquisadores de lá que vem para cá, e daqui que vão para os Estados Unidos”, disse à reportagem Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP.
De acordo com a revista, a “cooperação de pesquisadores brasileiros com seus colegas europeus nas duas organizações contribuirá para elevar os índices do país no ranking de colaboração científica internacional (...) O momento, no entanto, é bom para subir degraus”.
“A ciência no Brasil já atingiu um patamar que facilita as parcerias internacionais, e há muita gente de outros países interessada em parcerias em áreas como bioenergia e agricultura, entre outras”, disse Brito Cruz.
A reportagem cita como exemplo do aumento do interesse internacional pelo Brasil como parceiro de pesquisas a criação, em 2010, de um escritório local do Centre National de La Recherche Scientifique (CNRS) da França, principal instituição estatal francesa de fomento à pesquisa, com orçamento anual de 3,4 bilhões de euros.
“É um esforço de mão dupla. Além de identificar oportunidades de conjugação de esforços, o escritório também exibirá mais claramente a realidade brasileira para os franceses. Mostrará que aqui também há pesquisadores, instituições e estruturas de pesquisa de primeira linha”, disse Jean Pierre Briot, diretor do escritório sediado no Rio de Janeiro.
Mas a reportagem ressalta que não basta se tornar mais internacional. “Para render os efeitos econômicos e sociais esperados das economias do conhecimento, a pesquisa e a ciência brasileiras precisam enfrentar ainda o desafio de integrar-se mais decididamente à atividade econômica privada, criando raízes nas empresas de forma a gerar inovação em produtos e serviços oferecidos no mercado.”
“Nessa área, parece haver ainda longo caminho a ser percorrido. Afinal, lembra Brito Cruz, em 2009 foram concedidas, nos Estados Unidos, exatas 103 patentes a inventores brasileiros − apenas cinco a mais do que em 2000 (inventores indianos, por comparação, registraram 679 patentes em 2009, ante 131 em 2000)”, disse a revista.
De acordo com o estudo da Unesco, em 2008 o setor público ainda respondia por 55% do investimento bruto em pesquisa no Brasil, cabendo às empresas os 45% restantes – na União Europeia, o índice correspondente ao setor privado atinge 65% do total.
“Na opinião de Brito Cruz, o menor desenvolvimento da pesquisa empresarial não decorre de falta de recursos ou estímulos, pois há aqui ações de fomento competitivas com as de outros países: ele se deve, principalmente, a questões macroeconômicas, como a carga tributária e o custo do capital muito elevados. ‘Também é preciso mais estímulo à exportação, pois o mercado internacional exige competitividade, o que demanda mais pesquisa’”, destacou a PIB.
A reportagem Nas redes do conhecimento integra o número 13 - Mar/Abr 2011 da revista, que pode ser lido gratuitamente em www.revistapib.com.br/pdf/PIB-ed13.pdf. 

Notícia retirada do site: http://agencia.fapesp.br/14266

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Embarcação multiusuários/ barco oceanográfico

Em junho de 2012, a comunidade científica do Estado de São Paulo deverá ter à disposição o primeiro barco oceanográfico inteiramente construído no Brasil. A construção da embarcação já foi iniciada e será celebrada em uma cerimônia de “batimento de quilha” no dia 12 de agosto, no estaleiro Inace, em Fortaleza (CE).
O barco, cujo nome ainda não foi escolhido, faz parte de um projeto de incremento da capacidade de pesquisa submetido à FAPESP pelo Instituto Oceanográfico (IO) da Universidade de São Paulo (USP), no âmbito do Programa Equipamentos Multiusuários (EMU).
O projeto também inclui a aquisição do navio oceanográfico Alpha Crucis, programado para chegar ao Brasil no fim de dezembeo, para substituir o navio Professor W. Besnard, que está sem condições operacionais de pesquisa desde que sofreu um incêndio, em 2008.
De acordo com o coordenador do projeto EMU, Rolf Roland Weber, professor do Departamento de Oceanografia do IO-USP, o novo barco oceanográfico terá 25 metros de comprimento e poderá transportar 20 alunos e dois professores, além da tripulação. A autonomia é de 10 a 15 dias, dependendo do número de pessoas embarcadas e do nível de consumo de água.
“Com essa capacidade de pessoal, poderemos dar conta de toda a demanda dos estudantes. O barco poderá operar em toda a faixa de 200 milhas marítimas da fronteira litorânea. Isso permitirá estudos em toda a plataforma continental de São Paulo, incluindo a área do pré-sal. Somando-se ao navio oceanográfico, teremos um conjunto de instrumentos que poderá levar a capacidade de pesquisa na área a um novo patamar”, disse Weber à Agência FAPESP.
Segundo Weber, o custo total do barco será de R$ 4 milhões. O programa EMU destinará R$ 3,2 milhões e o restante – correspondendo aos motores e uma série de equipamentos científicos – será financiado com recursos do próprio IO-USP. A previsão é que o barco seja entregue em junho de 2012.
“Inicialmente se cogitou a aquisição e reforma de um barco usado, como fizemos com o navio oceanográfico. Mas não havia barcos pequenos em bom estado à venda e optamos por construí-lo aqui. Será o primeiro barco oceanográfico construído no país. Trata-se de uma iniciativa importante, por desenvolver a tecnologia nacional”, disse.
Com exceção da parte eletrônica, a maior parte dos equipamentos – como guinchos e reversores – é nacional. “Isso contorna o problema que tínhamos com o navio oceanográfico antigo: tudo era importado e fora de linha. Uma troca de motor gerava um problema desesperador”, explicou.
“Ele será uma plataforma de trabalho intermediária entre um navio oceanográfico e um barco pequeno. O que temos hoje são barcos de pesca de madeira, adaptados. No caso do novo barco, não haverá adaptações. Ele está sendo construído especificamente para fins de pesquisa. Isso é interessante porque sabemos que qualquer modificação posterior se torna muito cara e complexa, devido ao espaço reduzido nesse tipo de embarcação”, afirmou.
Weber afirma que o barco tem operação simples e de baixo custo, em relação ao navio oceanográfico. Os gastos de operação do barco deverão ficar em torno de US$ 4 mil a US$ 5 mil por dia, enquanto o custo diário do Alpha Crucis deverá variar entre US$ 15 mil e US$ 16 mil.
“Como faz parte do programa EMU, o barco poderá ser solicitado para pesquisas de qualquer universidade, inclusive as privadas. Mas o regulamento estabelece prioridade para certos casos, como os projetos financiados pela FAPESP e o uso por pesquisadores do IO-USP. Em seguida, têm preferência os projetos das outras duas universidades estaduais paulistas”, disse Weber.
Segundo ele, o barco deverá oferecer uma nova perspectiva até mesmo para os estudantes de graduação. “Algumas turmas, nos últimos anos, acabaram se formando sem jamais embarcar no Professor Besnard. Estávamos alugando barcos, mas a desvantagem é muito grande, porque o custo é alto e a embarcação nunca é do jeito que queremos. Além disso, ficamos sujeitos a comandantes que não têm formação oceanográfica”, disse.
Ancorado em Santos
O uso de barcos da Marinha também limita as pesquisas, segundo Weber, porque o programa de cada viagem precisa ser definido previamente e não permite mudanças. “Isso é limitante, pois naturalmente novas necessidades científicas aparecem durante as viagens”, disse Weber.
Embora o IO-USP tenha bases de pesquisa em Ubatuba (SP) e em Cananeia (SP), o barco deverá ficar ancorado em Santos (SP), por uma decisão logística. Quatro tripulantes deverão ser contratados.
“Com calado de 2,70 metros, o barco provavelmente terá dificuldades para entrar na barra de Cananeia, a não ser que tenhamos um mestre excepcionalmente talentoso. Em Ubatuba, podemos ancorá-lo temporariamente em um cais do Instituto de Pesca, mas não podemos deixá-lo lá por muito tempo”, explicou.
Santos também deverá ser o destino do Professor Besnard, segundo Weber, onde será transformado em um museu. O plano é que o velho navio seja colocado em uma nova área do cais do terminal marítimo de passageiros, que está sendo revitalizada.
“Esperamos que a Prefeitura de Santos assuma o professor Besnard e faça dele um museu. A USP oferecerá um curso de museologia para o treinamento de monitores, mas caberá à Prefeitura manter a embarcação”, disse Weber.
Segurança e conforto
Escolhido para o serviço, o estaleiro Inace existe desde 1974 e, nas duas décadas seguintes, especializou-se na construção de embarcações militares para a Marinha brasileira e para países africanos.
De acordo com o engenheiro naval Arthur Doering, gerente de contratos da Inace, a empresa atua em três linhas distintas: navios militares, iates de luxo e o segmento offshore (embarcações de apoio para a indústria do petróleo).
“Pelo fato de trabalharmos em três áreas distintas, com navios de especificidades variadas, tivemos a flexibilidade suficiente para assumir o projeto do barco oceanográfico. A construção de uma embarcação voltada para pesquisa é um desafio muito interessante”, destacou.
Segundo ele, a construção de um barco de pesquisa envolve a necessidade de cuidados especiais com as áreas de laboratórios – que irão abrigar instrumentos científicos delicados – e com todos os aspectos de habitabilidade.
“O barco receberá um conjunto de estudantes e pesquisadores com necessidades de pesquisa. Precisamos garantir que eles possam ser recebidos com segurança e conforto. É um grande prazer trabalhar para um projeto que ajudará a fortalecer a pesquisa oceanográfica na costa brasileira”, afirmou Doering.

Notícia retirada do site: http://agencia.fapesp.br/14252

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Nova Lua!!!

Utilizando o telescópio espacial Hubble, da Nasa, a agência espacial norte-americana, um grupo de astrônomos descobriu uma quarta lua na órbita de Plutão. O pequeno satélite, provisoriamente denominado P4, foi observado em uma inspeção do Hubble em busca de anéis em torno do planeta anão.
A nova lua é a menor já descoberta na órbita de Plutão. Estima-se que seu diâmetro tenha entre 13 e 34 quilômetros. A maior lua de Plutão, Caronte, tem pouco mais de mil quilômetros de diâmetro. As outras luas, Nix e Hydra, têm diâmetros que vão de 32 a 113 quilômetros.
“É notável q ue as câmeras do Hubble nos tenham permitido observar um objeto tão pequeno, tão claramente, a uma distância de mais de cinco bilhões de quilômetros”, disse o líder deste programa de observações do Hubble, Mark Showalter, do Instituto SETI, sediado em Mountain View, na Califórnia (Estados Unidos).
A descoberta é resultado de um trabalho de apoio à missão Novos Horizontes, da Nasa, que tem um voo através do sistema de Plutão programado para 2015. A missão foi projetada para fornecer novas informações sobre mundos no limite do Sistema Solar.
De acordo com a Nasa, o mapeamento da superfície de Plutão e a descoberta de seus satélites pelo Hubble têm sido de um valor inestimável para o planejamento da missão Novos Horizontes.
“Essa é uma descoberta fantástica”, disse o pesquisador principal da Novos Horizontes, Alan Stern, do Instituto de Pesquisa Southwest, em Boulder, no Colorado (Estados Unidos). "Agora que há outra lua no sistema de Plutão, podemos planejar observações de curta distância durante nossa missão”, afirmou.
A nova lua está localizada entre as órbitas de Nix e de Hydra, que foi descoberta pelo Hubble em 2005. Charon foi descoberta em 1978 pelo Observatório Naval, nos Estados Unidos e confirmada pela primeira vez como um corpo separado de Plutão em 1990, pelo Hubble.
Acredita-se que todo o sistema de luas de Plutão tenha se formado, durante a história do Sistema Solar, a partir de uma colisão entre o planeta-anão e outro corpo das dimensões de um planeta. O material expelido pela colisão teria formado, por coalescência, a família de satélites observada atualmente em torno de Plutão.
Rochas lunares trazidas para a Terra nas missões Apolo levaram à teoria de que a Lua foi produto de uma colisão semelhante entre a Terra e um corpo de dimensões semelhantes à de Marte, há cerca de 4,4 bilhões de anos.
Os cientistas acreditam que materiais expelidos das luas de Plutão por impactos de micrometeoritos podem ter formado anéis em torno do planeta-anão, mas as fotos do Hubble não foram capazes de detectá-los até agora.
“Essa observação surpreendente nos dá uma poderosa amostra da capacidade do Hubble, como um observatório astronômico de objetivos gerais, para fazer descobertas tão surpreendentes como inesperadas”, disse Jon Morse, diretor da Divisão de Astrofísica da sede da Nasa em Washington.
Mais informações e inscrições: www.nasa.gov/hubble 

Notícia retirada do site: http://agencia.fapesp.br/14224

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Dia do Amigo


No dia de hoje, Dia do Amigo, a Faculdade Maria Thereza deseja a todos os amigos um ótimo e feliz Dia do Amigo!
Para nós, é muito importante ter a sua amizade, nos sentimos privilegiados por cada amizade conquistada e por isso não poderíamos deixar essa data passar sem dizer o quanto agradecemos por todos!

Por essas amizades que repetimos:
Junto com você realizando sonhos!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Semana do Meio Ambiente



Em comemoração ao Ano Internacional das Florestas definido pela Unesco, os Cursos de Ciências Biológicas e Biologia Marinha das Faculdades Integradas Maria Thereza realizarão no período de 7 a 10 de junho de 2011, a Semana do Meio Ambiente. Este evento tem como objetivo possibilitar um espaço de discussão integrado sobre as Políticas Públicas e o Meio Ambiente. Participarão representantes da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, da comunidade científica e do terceiro setor. PROGRAMAÇÃO Terça, 7/06/11 18h- Inauguração da Exposição “Floresta de Pérolas” com trabalhos produzidos pelo corpo discente da Instituição comemorando o Ano Internacional das Florestas. 19h - Abertura do evento com a mesa redonda “Políticas Públicas e Meio Ambiente”. Mini-cursos, oficinas, palestras e cine ambiente acontecerão simultaneamente nos dias 08.09 e 10/06.
PROGRAMAÇÃO

DATA/HORA
PALESTRAS
10/06 – 10h30 às 12h
Baleia Franca (Eubalaena australis),  História, Biologia e Conservação ”
Eduardo Dias – Biólogo Marinho e Coordenador do Sudeste do Projeto Baleia Franca
08/06: 10h30 às 12h
A importância da sociedade na preservação dos tubarões, topo da cadeia alimentar marinha
Centro de Estudos do Mar Onda Azul/ Paulo Guilherme
10/06: 20 às 21h30
Documentário Shriver seguido de debate sobre a Conscientização e envolvimento pela preservação ambiental – o exemplo da Africa do Sul
Centro de Estudos do Mar Onda Azul/ Paulo Guilherme
DATA/HORA
CINE AMBIENTE
10/06: 9 às 10h30
DOCUMENTÁRIO: NOSSO PLANETA , NOSSA CASA
10/06: 18h30 às 20h
DOCUMENTÁRIO: NOSSO PLANETA , NOSSA CASA
DATA/HORA
EXPOSIÇÃO ‘ FLORESTA DE PÉROLAS’
MANHÃ
08 e 09/06
    9 às 10h30
NOITE
08 e 09/06
    19 às 20h
DIAS/HORÁRIO
MANHÃ
MINI-CURSOS
Quarta-feira

08/06 : 9 às 12h
1- DESENHO CIENTÍFICO BOTÂNICO / Prof.Raquel Muniz
* O participante deve trazer uma planta para servir de modelo
08/06: 9 às 12h
2- DINÂMICA DA ZONA COSTEIRA E DIVERSIDADE DE ECOSSISTEMAS / Prof.Turibio Tinoco
08/06 : 9 às 12h
3 -EDUCAÇÃO AMBIENTAL ATRAVÉS DA CULINÁRIA VIVA/ Prof. Juliana Mallardes
Quinta-feira

09/06: 9 às 12h
4 – MANGUEZAIS: ORIGEM, DISTRIBUIÇÃO E ECOLOGIA / Prof. Turíbio Tinoco
09/06: 9 às 12h
PLANTAS MEDICINAIS E  FITOTERÁPICOS DE USO POPULAR NO SUS

Prof..Mauro Andrade da Silveira

09/06 – 9 às 12h
DIAS/HORÁRIO
MANHÃ
OFICINA
Sexta-feira

10/06: 10 às 12h
ERVAS MEDICINAIS: INTRODUÇÃO AO CULTIVO E UTILIZAÇÃO
Coordenadora: Nina Bilton
DIAS/HORÁRIO NOITE
MINI-CURSOS
Quarta-feira

08/06 : 19 às 20h30
6- DESENVOLVENDO ATIVIDADES EDUCATIVAS PARA COLABORAR NA CONSCIENTIZAÇÃO AMBIENTAL (1ª parte) /  Prof. Sheila Lontra
08/06: 19 às 22h
7- DINÂMICA DA ZONA COSTEIRA E DIVERSIDADE DE ECOSSISTEMAS / Prof.Turibio Tinoco
08/06 : 19 às 22h
8 – PLANTAS MEDICINAIS e Fitoterápicos de uso popular no SUS/ Prof. Mauro Andrade da Silveira
Quinta-feira

09/06: 19 às 22h
9 – MANGUEZAIS: ORIGEM, DISTRIBUIÇÃO E ECOLOGIA / Prof. Turíbio Tinoco
09/06: 19 às 22h
10- DESENHO CIENTÍFICO BOTÂNICO / Prof.Raquel Muniz
* O participante deve trazer uma planta para servir de modelo
09/06: 19 às 20h30
6- DESENVOLVENDO ATIVIDADES EDUCATIVAS PARA COLABORAR NA CONSCIENTIZAÇÃO AMBIENTAL (2ª parte) /  Prof. Sheila Lontra
DIAS/HORÁRIO NOITE
OFICINA
Sexta-feira
10/06: 19 às 20h30
ERVAS MEDICINAIS: INTRODUÇÃO AO CULTIVO E UTILIZAÇÃO
Coordenadora: Nina Bilton

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Novo perfil para os biólogos

A crescente necessidade de diálogo entre as especialidades que envolvem automação e biologia sintética estão formando uma nova e promissora área de atuação para pesquisadores que trabalham com ciências moleculares, ciências da computação, bioinformática e ciências da saúde, entre outros campos do conhecimento.
Divulgar essa nova área interdisciplinar é o principal objetivo do Workshop on Synthetic Biology and Robotics, que será realizado no dia 24 de fevereiro, em São Paulo. O evento, organizado pela FAPESP e pelo Consulado Britânico em São Paulo, integra a Parceria Brasil–Reino Unido em Ciência e Inovação.
De acordo com a coordenadora do evento, Marie-Anne Van Sluys, professora do Instituto de Biociências (IB) da Universidade de São Paulo (USP), a conexão entre biologia sintética e robótica terá importância crucial no futuro. Tendência que deverá exigir qualificações especiais para os biólogos.
“Precisamos gerar um novo perfil de profissional da área de biologia que seja capaz de transitar com desenvoltura pela área de computação, aplicando a robótica tanto no que se refere à idealização de experimentos como na exploração de bancos de dados com imensos volumes de informação”, disse à Agência FAPESP. "Essa nova geração de pesquisadores em biologia deverá ser capaz de integrar conhecimento de diferentes áreas, transitando entre biologia, computação, química, física e matemática."
O workshop, segundo Marie-Anne – que é uma das coordenadoras do Programa FAPESP de Pesquisa em Bioenergia (BIOEN) – terá a apresentação de três cientistas britânicos e três brasileiros cujas pesquisas são exemplos bem-sucedidos de aplicação da automação às diversas áreas das ciências biológicas e moleculares.
Participarão Steve Oliver, da Universidade Cambridge, Ross King, da Universidade Aberystwyth, e Elizabeth Bilsland, da Universidade Cambridge (Reino Unido), Otávio Thiemann, do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP, Alexander Henning Ulrich, do Instituto de Química (IQ) da USP, e Mario Murakami, do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS).
Segundo Marie-Anne, o workshop tratará de um novo olhar sobre a biologia. “Esse novo olhar demanda uma formação que, desde muito cedo, seja capaz de transitar em diferentes áreas de especialização. A atuação dos biólogos ‘clássicos’ sempre será fundamental para gerar conhecimento. Mas precisamos também identificar novos profissionais capazes de transitar em áreas como computação, química e bioquímica, física e biologia”, disse.
O evento pretende aproximar essa nova realidade da comunidade científica, estimulando a reflexão sobre as possibilidades de aplicação desse conhecimento interdisciplinar aos grandes programas de pesquisa da FAPESP.
“Essa perspectiva será certamente útil, por exemplo, para o Programa Biota, na síntese de moléculas ativas, para o BIOEN, em um contexto industrial, ou mesmo para o Programa FAPESP de Pesquisa em Mudanças Climáticas Globais, na interpretação de adaptação ao ambiente”, disse.
O processo de automação dos experimentos em biologia, segundo a cientista, é fundamental para que seja possível identificar e realizar a síntese de novas moléculas a partir da informação proveniente de pesquisas que gerem dados em grande quantidade, como os projetos Genoma, por exemplo.
“Esses projetos também exigem uma experimentação em escala muito grande, que não pode ser feita manualmente. Portanto, é preciso desenvolver a automação tanto do lado da seleção das moléculas como do lado da triagem posterior”, explicou.
Há pesquisadores no Brasil criando novos modelos biológicos e novas moléculas para testá-las em doenças, controle de parasitas no campo ou desenvolvimento de novas drogas, por exemplo. A automação que esses estudos demandam consiste em desenvolver robôs capazes de executar os experimentos. Para isso, é preciso ainda identificar que tipo de conhecimento biológico prévio a máquina precisará.
“De um lado, é preciso gerar a molécula e de outro lado temos que identificar o receptor que acreditamos será afetado pela droga. Precisamos de automação para as duas tarefas, porque às vezes uma pequena mudança na molécula é suficiente para definir a interação. E temos que verificar qual é a melhor interação”, afirmou Marie-Anne.
Tradicionalmente, os cientistas sintetizavam uma molécula e mudavam pontualmente seus aminoácidos para observar as alterações. “Hoje, podemos automatizar esse processo, sintetizando milhares de moléculas e testando milhares de variações no receptor de membrana”, afirmou.

Rotas metabólicas
Dos participantes do workshop, Oliver e King são conhecidos por sua atuação na área de automação por terem desenvolvidos os robôs Adam e Eve. O primeiro desenvolve novas estruturas moleculares para serem testadas em um sistema biológico e o outro testa essas moléculas geradas, a fim de descobrir se elas de fato interagem com um transportador na membrana das células.
“Eles vão falar dessa experiência. Oliver comentará a modalidade da genômica química e análise metabolômica, que procura explorar toda a diversidade metabólica existente nos sistemas biológicos”, disse Marie-Anne.
Oliver interage há anos com pesquisadores brasileiros e fez parte do comitê diretivo do projeto de sequenciamento genético da bactéria Xylella fastidiosa, financiado pela FAPESP e que se tornou um marco para a ciência brasileira.
De acordo com Marie-Anne, os pesquisadores britânicos que participarão do workshop são biólogos de formação e colaboram entre si há muitos anos, ainda que cada um tenha seguido por uma vertente distinta.
“Elizabeth falará sobre como aproveitar essa informação em células vivas, para que se possam testar as rotas metabólicas. Enquanto isso, King explicará como produzir sinteticamente moléculas ou drogas que inibam determinado receptor na célula. O foco de todos é sempre o transporte de membrana, que isola a célula do meio ambiente”, explicou.
Dos brasileiros, Thiemann trabalha fundamentalmente com a modificação da estrutura de proteínas, enquanto Henning estuda moléculas sintéticas específicas que inibem o desenvolvimento de tumores.
“Depois de identificarmos o genoma, é preciso identificar as proteínas por ele codificadas. O tema de Thiemann será a automação da caracterização das proteínas codificadas por um genoma. Em vez de cristalizar uma única proteína e estudar sua estrutura, a proposta é cristalizar várias proteínas e estudá-las simultaneamente, a fim de definir alvos comuns”, disse Marie-Anne.
Murakami trabalha também com o desenvolvimento de drogas e evolução in vitro de proteínas, estudando como se pode acelerar o processo de modificação de uma determinada proteína para torná-la uma molécula ativa, ou para identificar nela quais são os sítios-alvo de determinadas drogas ou patógenos.
O Workshop on Synthetic Biology and Robotics será realizado no Espaço Apas, da Associação Paulista de Supermercados, rua Pio XI, 1200, Alto da Lapa, São Paulo.

Notícia retirada do site: www.agencia.fapesp.br